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Ronan e os segredos escondidos através das pedras

  • 18 de ago. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 29 de out. de 2025


Capítulo 10








 "Ecos do Passado: A Busca no Labirinto Subaquático":





Elara, examinando a escada, acrescentou: "O mapa indica que o labirinto é protegido por diversos encantamentos. Precisamos estar preparados para qualquer tipo de armadilha ou desafio mágico."

A descida pela escada em espiral foi lenta e cuidadosa. A água estava escura e fria, e a pressão aumentava a cada degrau. Os cogumelos iluminou cortando a escuridão, iluminando as paredes cobertas de algas e os estranhos organismos marinhos que habitavam aquele mundo subaquático. O caminho era repleto de obstáculos: passagens estreitas, câmaras inundadas e corredores sinuosos. Em um ponto, eles encontraram uma parede que parecia sólida, mas que, após Ronan tocar em um determinado ponto, revelou-se uma porta mágica que se abriu para uma nova seção do labirinto.

"Esse mapa é mais complexo do que parece," Ronan comentou, enquanto eles navegavam por um corredor particularmente estreito. "Cada passo exige atenção e precisão."

Elara concordou: "Precisamos confiar no mapa, mas também em nossa intuição. Este labirinto não é apenas um caminho físico; é um teste de inteligência e coragem."

Para chegar ao labirinto subaquático, eles primeiro tiveram que atravessar um sistema de cavernas subterrâneas. A entrada para essas cavernas era uma fenda estreita e quase invisível na face de um penhasco rochoso. Ronan, com sua habilidade única de “ouvir” as pedras, os guiou através de túneis escuros e, cheios de armadilhas ancestrais

“Cuidado, Elara!” Ronan gritou, enquanto um mecanismo antigo disparava uma série de flechas envenenadas. Elara, com sua adaga de cristal, desviou com precisão mortal, neutralizando as flechas.

Finalmente, após horas de exploração, eles chegaram a uma grande câmara, no centro da qual estava a entrada do Labirinto Subaquático propriamente dito, um portal mágico que brilhava com uma luz etérea. Eles haviam encontrado o caminho, mas a verdadeira jornada estava apenas começando.

Assim que entraram no labirinto subaquático, a escuridão envolveu Ronan e Elara, quebrada apenas pela luz fraca emitida pelos cogumelos bioluminescentes que pontuavam as paredes. O silêncio era profundo, interrompido apenas pelo som da água que fluía suavemente pelas passagens estreitas.

Ronan, sentindo a energia peculiar do lugar, murmurou: "Este lugar... é diferente de tudo que eu já vi. A energia aqui... é intensa, quase palpável. Eu sinto... uma vibração profunda, vindo das próprias pedras."

Ele tocou a parede, sentindo a textura fria e úmida da pedra, e fechou os olhos, concentrando-se na vibração. "É como se as pedras estivessem sussurrando... contando uma história antiga, cheia de mistério e sofrimento."

Elara, observando Ronan com atenção, respondeu: "Sim, Ronan. Este labirinto é o coração da Cidade Submersa. Suas pedras guardam a memória de uma civilização perdida, de uma tragédia que marcou para sempre este lugar. A energia que você sente é o eco do passado, o peso da história."

"Este lugar é um desafio, Ronan," Elara continuou, sua voz carregada de seriedade. "Não é apenas um labirinto físico, mas também um labirinto espiritual. As ilusões são comuns aqui, as armadilhas mágicas. Precisamos estar vigilantes, confiar na nossa intuição e na nossa força."

Ronan abriu os olhos, seus olhos brilhando com determinação. "Eu estou pronto, Elara. Vamos desvendar os segredos desta cidade."

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